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Do exame da 4.ª classe… ao exame do 4.º ano

Mai 20, 2013 Sem Comentários de

Toda esta perturbação do clima escolar, toda esta sobrecarga dos docentes, todo este cenário de vigilância intimidatória sobre professores e alunos, todo o dinheiro gasto… em que contribuirão para a melhoria do ensino e da aprendizagem?

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O meu exame de admissão ao liceu

Mai 20, 2013 Sem Comentários de

Como é possível renegar toda a evolução que nestas sete décadas se verificou na orientação educativa? Para além do facto de, em vários dos países considerados mais avançados nesta área, se terem eliminado os exames formais ao longo de toda a escolaridade básica (escrevi no Facebook da Rede Inclusão um pequeno texto sobre isso referindo o que se passa na Finlândia), em Portugal vão buscar-se os exemplos da escola primária do tempo dos avós ou mesmo dos bisavós da maioria dos alunos que agora povoam as nossas escolas.

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De regresso ao passado

Mai 20, 2013 Sem Comentários de

Borda fora, irresponsavelmente, vão milhares de horas de formação de professores e o envolvimento de anos de um enorme conjunto de instituições. Borda fora, levianamente, vai o financiamento de uma acção que deu resultados, internacionalmente reconhecidos. Borda fora irão os manuais escolares, há pouco aprovados. E alunos e professores aguentarão mais um experimentalismo, pedagogicamente criminoso, decidido por um rematado incompetente.

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Exames de 1.º ciclo e a “erecção da inteligência”

Mai 20, 2013 Sem Comentários de

Dei-me, entretanto, à maçada de ler as 95 páginas, os três capítulos, os 63 itens, afora dezenas de alíneas e anexos da Norma 02/2013 do Júri Nacional de Exames (JNE). Uma paranoia que o Estado Novo não levou tão longe. Deduzo que esta gente não sabe o que anda a fazer. Só lendo! O texto, que engloba o 1º ciclo, resulta de uma abstrusa e retrógrada concepção do que deveria ser uma avaliação de base contínua.

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A escola do meu tempo

Mai 20, 2013 Sem Comentários de

Na escola do meu tempo não se falava do lado de fora de Portugal. Do lado de dentro só se falava do Portugal cinzento e pequenino. Na escola do meu tempo eu era avisado em casa para não falar de certas coisas na escola, era perigoso. As pessoas até podiam ser presas e maltratadas.
Sim, eu sei, não precisam de me dizer que a escola deste tempo ainda tem muitas coisas parecidas com a escola do meu tempo. Também estou muito preocupado com o que vai acontecendo na escola de hoje.

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As saudades da antiga 4ª classe

Mai 20, 2013 Sem Comentários de

A escola dos exames e dos rankins, a escola que Nuno Crato diz ser exigente, é a mais facilitista de todas as escolas. Massacra crianças com avaliações sucessivas. Não exige nada dela própria. Mas é, acima de tudo, um projeto social com contornos ideológicos bem definidos. A escola democrática ensina a questionar. A escola de uma sociedade que combate a desigualdade aplica-se nos que têm mais dificuldades. A escola de Crato ensina a decorar sem questionar e tem como principal função selecionar. Não, não é de educação e de ensino que tenho estado a falar. É do país que estamos, aos poucos, a recriar.

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Crato e a obsessão pelos exames

Mai 19, 2013 Sem Comentários de

Advoga Crato que os exames (ou a falta deles) são o maior problema do nosso sistema educativo, sobretudo (imagine-se!), no ensino básico. Os exames são a garantia da seriedade e qualidade do sistema. Era, aliás, o primeiro objetivo “imediato” e “simples” que propunha para acabar com o “caos” na educação em Portugal, ao arrepio e na ignorância de tudo o que se sabe e se tem estudado sobre avaliação e exames, nos últimos anos.

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A Professora é brava

Nov 16, 2010 Sem Comentários de

Eu ainda não tive o prazer de conhecer pessoalmente a nova professora da minha filha mais velha, mas já gosto dela por antecipação. Três dias depois de ter entrado para a primária, a Carolina declarou solenemente: “A minha professora é brava”.

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A Geração “Chicco”

Out 27, 2010 1 Comentário de

Queremos, para as crianças, “escorregas” sem esquinas, pregos, parafusos ou farpas. Queremos jardins sem objectos pontiagudos, sem paus, sem pedras; queremos bancos de jardim sem rugosidades nem lascas; queremos redes e grades sem ferrugem; parques sem gravilha nem degraus, com pisos não abrasivos, com chão anti-derrapante; queremos mesas sem cantos, degraus sem esquinas, corrimões só boleados; janelas que não abram, portas que não fechem… Enfim, para ELES tudo seguro! Tudo sem perigos, sem riscos, sem obstáculos!

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Filósofo Fernando Savater

Mai 09, 2010 Sem Comentários de

Especialistas em educação reunidos na cidade espanhola de Valência defenderam hoje que o aumento da violência escolar deve-se, em parte, a uma crise de autoridade familiar, pelo facto de os pais renunciarem a impor disciplina aos filhos, remetendo essa responsabilidade para os professores. Os participantes no encontro ‘Família e Escola: um espaço de convivência’, dedicado a analisar a importância da família como agente educativo, consideram que é necessário evitar que todo o peso da autoridade sobre os menores recaia nas escolas.

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